Eerie scenes from bathrooms, by P. R. Cunha

[Brasília/Aveiro]

The bathroom is the most intimate place in the house.

People lock themselves in the bathroom because they don’t want other people to know that they are inside the bathroom.

The light in the bathroom is different — white, bluish, cold, yellowish, wet.

A lot of people end up feeling very vulnerable inside the bathroom.

They feel naked, indeed.

— P. R. Cunha


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Nova canção // refúgios musicais &tc.

Depois de escrever uma cena importante para o meu próximo livro, depois de anotar verdades inconvenientes, com a cabeça arejada, e aquela doce atenção — discreta — para com o mais pequeno dos pormenores: sóbrio, firme, longe de ostentações, como se diz, depois de ter aprendido como aceitar os agrados dos amigos sem perder o respeito próprio, sem parecer ingrato, com dignidade e possuidor dos melhores sentimentos, refugiei-me ao bem-afamado Estúdio da Cris, com guitarra(s) / spin cycle / cascade / crunch ping pong delay / royal rock / sitar / baterias Four on the Floor (tipo retrô) / microfone unidirecional (smooth vocal, empty church, cellar, phone filter etc.) e gravei esta canção chamada I’m not crazy but I can pretend que faz parte de um projeto a solo cujo desfecho ainda é-me um total mistério. 

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— P. R. Cunha