Lojinha

PARAQUEDAS – UM ENSAIO FILOSÓFICO

paraquedas

ISBN: 978-972-789-573-1
Ano de edição: 2018
Editor: UA Editora
Dimensões: 15 x 23 cm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 172
Preço: R$ 35 (frete grátis)*
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SINOPSE
Obra com várias classificações possíveis, Paraquedas – um ensaio filosófico narra o intricado fluxo de consciência de um jovem escritor brasileiro, cujo nome não sabemos, que pretende fugir para a Inglaterra antes que o Brasil e a literatura o enlouqueçam. A fuga, no entanto, mostra-se inútil, apenas um novo pretexto para falar, ou melhor, para reclamar dos problemas de toda a gente, das inquietações modernas, das coisas que, como o autor destaca no capítulo de abertura, odiamos e das quais queremos nos ver livres: mas isso não é mais possível, a parvoíce do mundo nos persegue, tal e qual o palhaço travesso que gosta de atazanar. [Do editor]


SOBRE O AUTOR

P. R. Cunha nasceu a 14 de outubro de 1985 em Brasília. Estudou russo na cidade de São Petersburgo, cujas avenidas serviram-lhe de cenários para os primeiros contos. Depois de terminar o curso de jornalismo, resolveu voltar-se às fazendas literárias. Atualmente, dedica-se ao manuscrito de Sinfonia do fracasso.


RECONHECIMENTO

Paraquedas – um ensaio filosófico
 ganhou a VII edição do Prémio Aldónio Gomes na categoria novela/conto.

A Universidade de Aveiro, através do seu Departamento de Línguas e Culturas, criou, em outubro de 2011, o Prémio Literário com o nome de Aldónio Gomes, insigne pedagogo, grande estudioso e divulgador da língua portuguesa e das literaturas africanas de língua portuguesa. Além de honrar a memória desta personalidade ímpar, que doou o seu espólio à universidade, este prémio pretende estimular a criação literária e a revelação de novos autores.

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*Antes de efetuares o pagamento, verifica se informaste o endereço de entrega apropriadamente. Dúvidas, críticas, sugestões? — entra em contato através do mensageiro abaixo ou aperta aqui.

22 thoughts on “Lojinha

  1. Está em minha lista para o final do mês, meu caro! Grande felicidade tenho somente na própria perspectiva de ler algo teu! (Se entenderei alguma coisa de reflexões filosóficas em teu português tão diferente do meu, não sei. Confio que almas afins superam as barreiras filológicas.)

    1. Marcell,

      Obrigado!

      Bom… Apesar de filosófico, o livro é um bocado direto — sem rodeios, como diria um antigo. Se me permites uma analogia chistosa: não é Sartre, mas Montaigne.

      Pensamentos secos, sem pretensões eruditas.

      Abraços para ti,

      P.

  2. Olá meu prezado escritor já publicado. Vou tentar maneira de poder comprar um exemplar do teu livro de estreia. Não sei ainda como vai ser possível vir o livro do Brasil para o Canadá, mas nestes dias de on-line, deve ser possível!
    Muitos parabéns por teres dado luz ao teu livro!
    Um grande abraço de “celebration”!
    Emanuel

    1. Querido Emanuel,

      Obrigadíssimo pelos parabéns. Estou a ter vários dias de «celebration» e sinto-me um privilegiado por isto.

      Pois, olha: os Correios brasileiros, apesar dos pesares, entregam em todo o canto do mundo. Não seria problema enviar para a tua morada canadiana um Paraquedas devidamente embalado.

      Sente-te à vontade.

      Abraços,

      P.

      1. Hi Paul,
        I have tried to process my request on Pagaseguro but I am hesitant to use it for security reasons. How secure is this system, especially for North American users? Do you know? Will they ship to Canada? Sorry if I seem confused but I haven’t ever ordered anything from a Brazil before.
        Thanks,
        Emanuel

        1. Dear Emanuel,

          How are you?

          I can assure you that Pagseguro is a safe and trustable payment method. But if you still feel insecure about it, I may send you my bank account informations as well (whatever suits you). And, yep, we do ship to Canada — as a matter of fact, I just sent my Parachute to both Denmark and Poland.

          Best wishes, my friend!,

          P.

  3. Quando pego num livro com o objectivo de o ler, antes de absorver o seu conteúdo, gosto de o manusear, ver a capa, o tipo de letra, se preciso de fazer esforço demais para o manter aberto, etc, etc, ou seja, gosto de saber se o meu corpo e sentidos apreciam aquele “objecto” que tenho entre mãos. Pode parecer absurdo, mas já me recusei a ler livros porque o meu “corpo” disse de imediato não…

    A chegada do “Paraquedas” pelo correio levou também a esse primeiro ritual. Perante o seu manuseio os sentidos disseram que sim. O olhar gostou da capa e da sua textura assim como do tamanho da letra, e as mãos sentiram que ele era fácil de abrir e de estar connosco sem exigir esforço.

    Chegaram as férias e ele foi na bagagem, a par de outro que estava ainda a terminar. Os momentos de sossego não foram muitos, verdade seja dita, pelo que só em casa, nesta ultima semana de umas férias que hoje terminam… o “paraquedas” foi lido.

    Onde quer que a tia Laura esteja (ou estará), ela sabe (ou saberá) que o amor de alguém que a adorou ficou ternamente guardado neste “mausoléu rectangular”, narrado como uma viagem onde o tempo não existe, pois o passado se mistura com o presente, e todos serão futuro no coração do livro.

    Mas ao lado desse amor também está a dor, uma dor dura que só o nosso escritor saberá quantificar, porque entre a realidade e a ficção existe sempre uma incógnita. O meu “fiel de balança” inclina-se mais para um dos lados, sendo certo que em cada leitor ele terá uma posição diferente. Mas isso não é realmente importante.

    Achei fabulosa a leitura sobre o jogo de xadrez e o xadrez que é esta vida.
    Os dois lados de um só lado. As lutas interiores e a forma de as domar, contornar, equilibrar. E a relação entre o xadrez, a escrita e o modo de estar. Sejam realidade ou ficção.

    Se um livro é como um filho, este vai seguramente crescer e caminhar. Porque o nosso escritor sabe escrever muito bem; porque tem profundos conhecimentos que partilha de uma forma simples e que nos agarra; e principalmente porque uma parte dele nos olha em cada página, seja nas dúvidas, nos medos ou nas verdades que são também de todos nós.

    A partir de agora, qualquer leitura que faça de algo da sua autoria, seja no blog ou em futuras edições, será com um novo olhar e com a certeza consolidada que este ainda jovem ser humano, a par dos seus conhecimentos, sensibilidade, eternas inquietações e tanta outras coisas que o constroem, tem muito potencial e um futuro certo na literatura.
    Assim ele acredite em si e nas suas capacidades neste jogo de xadrez que é a Vida.
    Um abraço!

    1. Querida Dulce!,

      Antes de tudo: obrigadíssimo pelo retorno, pelas palavras encantadoras. Que meu Paraquedas tenha aterrado em mãos tão sensíveis é sorte que não se mede.

      Gostava de pedir permissão para publicar o texto no blogue deste sítio web; pode ser?

      Este estranho tropical manda-lhe os melhores sentimentos de sempre,

      P.

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