«Paraquedas – um ensaio filosófico», retornos

A verdade é que não sabemos
não sabemos quando vamos morrer
não sabemos se a entrevista de emprego
sairá como havíamos planejado
se conquistaremos o coração
da pessoa por quem estamos apaixonados
se a nossa carta chegará ao leito
de um amigo enfermo
se vai chover
se vai o sol
não sabemos
não sabemos como reagirão
àquilo que escrevemos
podem gostar, podem odiar
podem dizer que sim
podem dizer que não
podem permanecer
em silêncio…
não sabemos
e talvez seja por isto
que continuamos
que seguimos em frente
— porque queremos saber.

Quatro mui agradáveis damas dão as próprias opiniões a respeito do meu Paraquedas – um ensaio filosófico: 

 

«A forma como os acontecimentos do passado entram em contato com as ações do presente de seu personagem inominável nos dá uma fantástica sensação de viagem no tempo.»

Rejane Leopoldino,editora do blogue Devir

 

«Quando o eu-narrativo se fortalece, ele inventa histórias com todas as alcançáveis possibilidades. E isto atormenta o protagonista — possivelmente alto, magro e careca, mas certamente humano —, que escolhe não agir, mas desabafar conosco. O relato de um momento curto alonga-se no tempo.»

Jéssica Fernandes, pesquisadora do Ipea*

 

«P. R. Cunha é surpreendente em seu ensaio filosófico Paraquedas. Descreve as relações familiares em sua essência mais crua e sem pudores, sem medo de tirar o véu que encobre as chagas da nobreza. Paraquedas é uma obra para ser contemplada aos poucos e, se você tiver sorte — como escreve o nosso querido Escritor —, entenderá o que é a eternidade de um amor grafada nas páginas de um livro. Leitura muito agradável e inteligente.»

Gerlusa Rocha, poetisa responsável pelo blogue Escrita agridoce

 

«Livro merecidamente premiado. Narrativa espontânea, direta, sem rodeios. Não nos apetece parar de ler.»

Maria Cristina Souza, diretora do Hospital Urológico de Brasília

 


*O livro Paraquedas – um ensaio filosófico do P. R. Cunha encontra-se disponível à Lojinha deste electro-sítio. Para mais informações, aperta aqui.

Publicado por

P. R. Cunha

Mora em Brasília, Distrito Federal. Em 2009, estudou russo na cidade de São Petersburgo, cujas avenidas lhe serviram de cenários para os primeiros contos. Depois de terminar o curso de jornalismo, resolveu dedicar-se integralmente à fazenda literária. Além de romancista, é poeta, dramaturgo, fotógrafo e músico.

6 opiniões sobre “«Paraquedas – um ensaio filosófico», retornos”

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