Rouxinol — & quando se percebe que a poesia (mundo das coisas que não se expressam, a não ser que sejam bem expressas / mundo dos poetas, mundo dos escritores [é Thomas Mann]), quando se percebe, portanto, que a poesia não é para tratar dos outros, mas sim para curar o próprio coração

Houve tarde
em que Rouxinol
deixara de cantar
naquela noite
morreu-se.

— P. R. Cunha

Publicado por

P. R. Cunha

Escritor, fotógrafo & músico. Mora em Brasília e pretende ter em breve um cão chamado Sebald. Ganhou o concurso literário Cidade de Belo Horizonte de 2012, com o livro «Quando termina», escrito em coautoria com Paulo Paniago. Atualmente, dedica-se ao manuscrito de «O tumulto das nuvens» e aguarda a publicação portuguesa de «Paraquedas – um ensaio filosófico» — obra vencedora do Prémio Aldónio Gomes (Universidade de Aveiro).

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