12 opiniões sobre “Passeio (uma ligeira peça de teatro)”

  1. Nunca queremos admitir que el tiempo pasa, que los cuerpos cambian y que la frescura de la piel se va apagando…
    – Octavio querido, si sigues conteniendo la respiración te vas a ahogar.
    – ¡Cómo eres, Margarita! te corroe la envidia por no tener mi cuerpo.
    – jajaja, mírate con atención al espejo.

    Un abrazo.

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  2. Rsrs Muito bom! Uma cena q enqto eu lia parecia estar a vê-la. Só mostra o seu talento p a escrita.

    Estou farta dessa ditadura da beleza. O Otávio tem mais é q deixar a pança relaxada.

    Brasilia parece ser um ambiente perfeito para estórias de casais. Nunca estive lá. Não sei bem explicar essa sensação.

    PS. Na praia! 😉

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    1. Exatamente: crítica explícita à ditadura da beleza, às inquietações de uma eterna juventude que não se sustenta num corpo de células finitas — e não só.

      […]

      Brasília tem prédios, asfaltos, automóveis, áreas abertas (de forma que muito, muito céu), Brasília tem isolamentos — físico & moral. O vivente pode enlouquecer, trabalhar para o estado, ou transformar-se num escritor (que não deixa de ser um enlouquecimento).

      Dito isto: convido-lhe para um passeio nesta Niemeyerlândia. Garanto-lhe que cruzará o Atlântico com muitas saudades da capital brasileira (e com um bocadinho a mais de dióxido de carbono nos pulmões).

      P. S.: no escritório…

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